domingo, 20 de maio de 2012

RAIVA

RAIVA


Emoção da Raiva

Grupo:
Fernanda Calegarini
Maria Silvia Maia
Dayane
Andressa Milan
Carolina Rosa
Carolina Capretti
Paula Thais
Lidiane
Maria Madalena


A emoção de raiva é uma reação natural, inata,mas segundo William James a noção de inatismo pode ser contestada, e também é considerada como uma breve loucura.
Quando sentimos a raiva?
Esta emoção é sentida após uma reação a um estímulo, injustiça, calúnia, insulto, de um desafio,insônia, projetos não concretizados, e muitas situações até mais simples como uma negativa de opinião, portanto a raiva é inserida em situações que não estão dentro da nossa concepção inicial.Em determinadas situações o comportamento de um individuo em fúria pode chegar à agressão, violência em que muitas vezes o sujeito é excluso ou evitado do seu circulo familiar e de amizade.
Além, do seu afastamento social a raiva pode prejudicar à saúde, as chamadas doenças psicossomáticas, ou seja, são doenças adquiridas pela emoção como vitiligo, gastrite, lúpus entre outras. E, as questões sociais como um desentendimento familiar, profissional, encarar o desemprego, o transito e a cidade de pedra em que tudo se somatiza em estresse no cotidiano do individuo.
Embora, esta emoção pelo senso comum é indesejável, mesmo sendo negada este sentimento é muito importante, inibindo a pessoa poderá desenvolver problemas de saúde, e uma solução seria o autocontrole que leva o individuo a refletir sobre as suas reações em que muitas vezes seriam exageradas e consideradas como loucura, mesmo que esta emoção tenha raízes biológicas segundo James R. Averill.
Aluna: Fernanda Farias V. Calegarini

Referência
Carvalho,Luciane Bizari Coin de.Raiva- São Paulo:Duetto,2010 (Emocões mente e cérebro;v.3)
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                                       Raiva

                                 


O que é raiva?

Raiva é um sentimento inato gerado por uma emoção, ou seja, é uma alteração comportamental ou humor causado por algum motivo.
As reações da raiva podem variar no tom de voz, agressão, problemas sérios de saúde e até exclusão da sociedade, porém essas emoções se controladas podem ser convertidas de maneira estáveis, sem danos e até de forma positiva.
O psicanalista John Bowlby, associa a raiva com perda, ajudando a superar possíveis obstáculos. Elas servem não para romper, mas para manter a ligação, como se proteger. Por exemplo, ao romper um relacionamento é comum ambos sentirem raiva um do outro, pois com isso substituem o sofrimento pelo sentimento da raiva.
Descrever a raiva talvez não seja tão difícil, o complicado é saber qual emoção causa ela, se conseguíssemos identificar, muitas vezes poderíamos até evitá-la. E ainda mais complicado é saber controlar as variações que podem causar a raiva, e conseguir transformá-las de maneira positiva ou em superação para outro sentimento.

 Bibliografia

Carvalho, Luciane Bizari Coin d. raiva – SP: Duetto, 2010 (Emoção mente e cérebro; V.3)

Aluna: Maria Madalena Costa








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Raiva, quem nunca sentiu??? Para os psicólogos clínicos, a emoção é a causa do comportamento, alguns pesquisadores questionam se tais emoções são naturais, inatas ou se são aprendidas, de qualquer forma é uma emoção que precisa ser controlada. Ela pode variar de leve irritação à fúria, daí a necessidade do controle, pois se, em ambos os casos não houver o controle, a pessoa poderá vir a sofrer sérios problemas de saúde, tanto na sua contenção demasiada; voltando para o próprio agressor que perde até a fala, sente um "nó na garganta", inclusive gastrite nervosa, dores musculares, cefaleias, etc., quanto na sua explosão, onde o agressor se posta em forma de ataque, parecendo até maior do que ele é chegando, inclusive, à agressão física de fato. Desde a era medieval, se pensava que a raiva era causada pela mulher, fruto do pecado original, bem como às crianças, tal assertiva dá-se por questões culturais, sociedades machistas, ledo engano, a raiva é o motor do comportamento humano.

A natureza da raiva entre animais além da demarcação de liderança, temos situações de necessidade de sobrevivência, quando, por exemplo, vão caçar para matar a fome, ou estar acuado, cria um estresse tão grande que dá força até para enfrentar um leão. Assim, essa simbiose emocional entre homens e animais, levou a pensar que os humanos índios eram "mais selvagens", como se a raiva não fosse uma emoção do homem "civilizado", tal pensamento não se sustentou, pois Darwin, disse ter encontrado semelhanças da expressão de raiva dos símios, mamíferos e nativos selvagens e entre os homens civilizados.

Nas sociedades contemporâneas, a raiva tem aparecido na mídia constantemente, crimes passionais, ataques às escolas, raiva provocada pelas humilhações sociais, onde se atinge a um sem número de pessoas. Portanto a raiva é uma emoção que é necessária e que deve ser controlada, verificamos essa canalização de emoção usada nas empresas de forma lúdica para que haja uma fonte de escape e, ato contínuo, o uso adequado dessa energia acumulada.

Referência Bibliográfica:
Carvalho, Luciane Bizari Coin de Raiva - São Paulo: Dueto, 2010 (Emoções Mente e Cérebro - V. 3) 

aluna: Maria Sílvia Mangueira Maia







Raiva

A emoção é diferente do temperamento, explosivo ou nervoso, por exemplo,

O reconhecimento da emoção no outro como raiva permite que tenhamos uma previsão do seu comportamento num certo espaço de tempo,

De acordo com Charles Darwin (1809-1882) partes das emoções são inatas e partes delas aprendidas na convivência, mas ambas importantes para o relacionamento.

Para os comportamentalistas , as emoções são comportamentos ou reações diante de determinadas situações .

A raiva é uma emoção considerada natural ou inata, junto com a alegria, tristeza, medo.

Geralmente a raiva é sentida após uma injustiça, a mera inibição pode era considerada causas de muitos problemas de saúde. A raiva sem duvida é o motor do comportamento humano.

Vale ressaltar que diferente de Aristóteles, Séneca entendia que a raiva não podia ser expressa pelos animais, porque a sua presença não prescinde de razão.

Na idade média, os tratados  sobre a raiva descrevem a pessoa possuída por uma loucura um momento de insanidade quando se perde totalmente o controle.

O sentimento relativo a essa emoção aparece também em situações em que a falta de compreensão  e má interpretações de ações e pensamentos.

A proporção humana em reconhecer sentimentos alheios certamente fortaleceu a união entre as espécies.

Bom a sociedade não entende que a raiva precisa ser liberada com moderação para não ter maiores consequências, por exemplo o assassino de Realengo, ele foi agredido verbalmente a vida inteira não liberou e acabou fazendo aquilo tudo, isso não justifica o que ele fez, mais a família precisa sempre estar atenta ao que acontece com os filhos, para tentar evitar esses tipos de tragédias que infelizmente está acontecendo com mais frequência.

Pesquisas revelam que uma forma de controlar a raiva é com a pratica de esportes ou alguma atividade física intensa, a energia liberada pela raiva é transformada em energia para vencer, a musica é outro aliado para acalmar.    Muitos liberam a raiva de uma forma diferente, aquela raiva que temos do governo, da sociedade em forma de música, grafite, filmes.

De acordo com o texto, a conclusão que a raiva é uma válvula de escape que o ser humano precisa ter  para poder expressar o que está sentido naquele momento, mais com uma cautela sem exageros para não acabar agredindo alguém com o excesso, se o ser humano não tiver essa pratica de liberar o que está sentindo, acaba adquirindo doenças como gastrite, câncer, enxaqueca entre outras, a sociedade precisa entender que essa atitude de liberar os seus sentimentos precisa ser praticada sem preconceitos e exageros.

Bibliografia

Carvalho, lucianeBizari Coin de Raiva, São Paulo Duetto 2010 ( Emoçôes Mente e Cerebro)

Andressa Milan Corrêa RA B 3513c0


 









            EMOÇÃO DE RAIVA


 A raiva é uma emoção natural ou inata, junto com alegria, tristeza e medo, geralmente é sentida após  uma injustiça, insulto, perda ou ameaça. Ela pode ser de uma leve irritação á fúria e à violência.
Para Aristóteles é próprio e único do humano é a razão e a vontade, capazes de submeter as emoções como a raiva, ela era entendido como especie de loucura que distorce e faz monstruoso aquele a quem acomete.
Ekman  a raiva podem ser expressada no rosto, na postura, no tom de voz, que o reconhecimento de raiva é um recurso de sobrevivência das especie, algo muito forte entre manifestos.
Em todos as situações o estresse, o desgaste físico e ou mental, está presente e será o deflagrador fisiológico da raiva e da agressividade.
A raiva e o medo estão interligados, e pode-se dizer que são opostos, uma vez que a expressão raivosa tem a intenção, ou a função, de intimidar o seu alvo e fazê-lo, abandonando a situação e se submetendo ao agressor.
A raiva e o desprezo também andam juntos. A expressão facial do desprezo é muito semelhante á raiva e revela a pena atacar a vitima.
Quando raiva e tristeza se encontram condensam-se no mau humor e juntas expressam também a frustração alguma coisa que não foi conseguida, quando não se tem  condições de lutar por ela ou de ganhar a batalhar.
Expressão das emoções no espaço social, a raiva feminina pode estar associada ao medo de a mulher ser injustiçada ou machucada. E pode se expressa através de lágrimas, o que geralmente se confunde com depressão ou tristeza.
A insônia esta diretamente relacionada a preocupação e pensamentos disfuncionais em relação aos problemas vividos durante o dia que dificultam o esvaziamento da mente necessários para conciliar o sono.
A culpa é um forte controle psicológico sobre a raiva e agressividade.
A presença da raiva junto á injustiça e a humilhação ao ciumes e a frustração suja na guerra ou embate cotidiano no trabalho ou na família faz dela alvo prioritário não só do filosofo, do cientista ou do artista, mas também de todos indivíduos interessados em driblar as consequencias indesejáveis de uma “explosão intempestiva” ou ao menos colocar essa emoção a serviços da crítica da mudança e da transformação social.
Referência Bibliográfica:
Carvalho, Luciane Bizari Coin de Raiva - São Paulo: Dueto, 2010 (Emoções Mente e Cérebro - V. 3)
Aluna: PAULA THAIS DOS SANTOS NASCIMENTO   RA: B2173-G4   1°SEMESTRE PSICOLOGIA 2012


















CIÚME

CIÚME

ALEGRIA

ALEGRIA

Integrantes do Grupo: Ana Cristina da Silva; Alessandra Martinez; Daniele Mio; Gabriela Nascimento; Karim Alk; Leon Dias; Ricardo Bianck; Silmara Oliveira e Silvia Souza.
Alegria

Quem não se sente bem ao ouvir a risada de um bebê, ao ver a alegria de uma criança ao receber um presente de aniversário, ao adolescente conhecer seu artista idolatrado por pôsteres em seu quarto ou uma mãe ao ver seu filho dar os primeiros passos ou até mesmo um avô contando sua história de vida.
 Alegria, uma palavra que expressa um sentimento que temos ao ver a realização de nossos desejos se concretizando, é o ponto máximo da nossa excitação de prazer. Demonstrada por sorrisos e lágrimas, por gritos e pulos. A alegria está presente em nossas vidas em pequenos e grandes atos, quando se está alegre o tempo passa mais rápido, o dia melhora, as preocupações se tornam menos importante, o estresse diminui, sua saúde aumenta, pois a alegria é um sentimento contagiante e que temos vontade de compartilhar e apreciar. Por isso é o sentimento que parece acabar com rapidez, pois como dizem sempre o que é bom dura pouco.
 Não há lugares, jeito ou hora para expressar suas emoções. O importante é aprecia-las sem pressa, pois é excitante estar alegre. Não importa sua cultura ou crença, a alegria é um sentimento onde cada individuo pode se sentir de um jeito único e ao mesmo tempo ser compartilhada por muitos as mesmas alegrias. Esta é a busca do ser humano a felicidade, que é encontrada todos os dias em suas particulares alegrias e sorrisos. Como diria a banda Forfun, alegria compartilhada é alegria redobrada.




BIBLIOGRAFIA
Kupermann,D. e Souza, R. Alegria, São Paulo: Duetto Editorial, 2010 (Coleção Emoções).
Banda Forfun.

 ALUNA: Gabriela Nascimento Todescato 











Alegria

Quando somos crianças não possuímos certas preocupações por isso sentimos intensamente alegrias em uma simples brincadeira, com o passar dos anos essa intensidade diminui, conforme amadurecemos e adquirimos responsabilidades.
Com isso a tensão do dia a dia acaba por prevalecer, ocupa grande parte do nosso dia, e deixamos em segundo plano desfrutar deste afeto tão prazeroso e eficaz para certas tensões, alegrar-se com o que possuímos de imediato. Alegria é um sentimento capaz de proporcionar literalmente a melhora de vida em vários aspectos de cada individuo, destacam-se alguns que proporciona um intenso prazer a quem vivência, estar amando, ser correspondido, trabalhos bem sucedidos, saúde, conquistas alcançadas, chegada dos filhos, estímulos que são necessários acontecer em nossas vidas para que as torne mais prazerosa.
Cada indivíduo com suas culturas diferenciadas sentem essas emoções em diferentes proporções, alguns com mais intensidade, outros com menos pelos mesmos acontecimentos, somos iguais em estar buscando o mesmo sentido para vida, viver bem, sentir intensamente alegrias como as crianças, se preocupar menos, amar mais, estar presente, sermos gratos pelo que possuímos equilíbrio para o dia tenso, assim seremos donos de nossas escolhas, e responsáveis pelo próprio bem estar e como diz o grande poeta (Caetano Veloso) respeito muito minhas lagrimas, mais ainda minhas risadas.

Bibliografia; Kupermann Daniel, Souza Ramon, Emoções Alegria Editora Mente Cérebro
Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alegria_%28sentimento%29



Aluna : Silvia Souza Florêncio




ALEGRIA

Alegria, de onde você vem? Por que és tão desejada ao mesmo tempo que tão reprimida?
Alegria… emoção que para tê-la necessitamos do obstáculo da dor e da tristeza, assim diriam os filósofos amadores, mas não os autores Daniel Kupermann e Ramon Souza (Alegria, 2010)! Para ter a alegria necessitamos do medo como bem exemplifica o carnaval onde o que tememos torna-se risos, ainda que sarcásticos, como assim representava o palhaço da corte em tempos medievais, há tempos não muito distantes, o rei momo e as marchinhas como “a pipa do vovô não sobe mais” o medo implícito da impotência sexual e de se falar de sexo, assunto considerado tabu até os dias de hoje, principalmente pela repressão da Igreja aos prazeres da carne.
Prazeres… os motivos de nossas alegrias como bem observa Freud, autor da Psicanálise. No decorrer de nossas vidas vivemos em busca do prazer que nos remete a emoção da alegria através da pulsão da libido, a qual é distribuída e dissipada de outras formas e por outros meios sociais como o trabalho, por exemplo, que nos traz a emoção da alegria quando trabalhamos com ofício de que gostamos, temos afinidade e por fim sentimos que nos satisfaz proporcionalmente à energia canalizada para o trabalho, porém, esta forma de canalização também é constituída de repressões civilizadas de forma que podemos fazer o que gostamos e nos dá prazer, mas com obstáculos e adaptações ao que a sociedade civilizada solicita, não totalmente livre da forma que buscamos.
Com o passar do tempo, a fim de nos adaptarmos aos conceitos culturais, reprimimos nossa libido canalizando-a no trabalho, em papéis sociais, familiares, deixamos de rir de nós para rirmos do outro com tamanho deboche e hipocrisia, fazemos piadas do outro, nos adaptamos ao outro muitas vezes esquecendo-nos do “eu” que existe em nós ou até nos lembramos, mas calamos, sufocamos... Quantas vezes vemos alguma pessoa escapar do senso comum e cantar ou dançar ouvindo uma música que adoramos em um restaurante não muito movimentado, por exemplo, sentimos vontade de fazer o mesmo e ficamos ali parados reprimindo o prazer de cantar e dançar e nos proporcionar um momento de alegria imaginando se o senso comum aprovará ou não tal comportamento. No senso comum é o que se costuma dizer, hipocritamente: “todos nós temos uma criança dentro de nós” e temos mesmo, porém, trancada a sete chaves em algum lugar de nós!
A criança ri de si mesma. Quando dança, dança com o corpo e a alma, livre, sem preocurar-se com aceitações, da mesma forma que devora doces em um aniversário manchando as roupas sem se envergonhar do prazer de se alimentar de doces até se sujar, é se permitir ser e sentir tal como o artista que se permite ser e sentir as sensações de si e do outro sentindo o corpo transcendendo à alma e, por isto, é louco, tal como a criança que é tola e inocente simplesmente por não se reprimir e compor o senso comum, sobre o qual, quando entramos em crise e queremos e tentamos viver o que está reprimido em nós, nos trás as consequências de patologias psicológicas, como a síndrome do pânico, depressão e síndrome do Peter pan.
Desta forma, assim como sabiamente concluiu Platão, nossa angústia advém do que nos falta, porém, podemos dizer que a vida caminha entre as fronteiras do sentir, pois o que nos falta está em nós, basta abrirmos as portas e jogamos as chaves.


Referências Bibliográficas:
Emoções Alegria – Daniel Kupermann e Ramon Souza – São Paulo – Dueto, 2010.
Produzido pela aluna:
Daniele Mio Corrêa.
Daniele participa do grupo Alegria com: Ana Cristina da Silva, Gabriela Nascimento, Karim Alk, Leon Dias, Ricardo Bianck, Silmara Oliveira e Silvia Souza.




Alegria.

         

 Alegria um sentimento com varias definições, uma vez que a opinião sobre o significado da mesma é variada de acordo com cada pessoa, para uns significa ter dinheiro para outros significa amar, para outros significa ter paz de Espírito enfim ALEGRIA sentimento este que é interpretado de varias formas.  A alegria um sentimento que envolve tantos outros como, por exemplo, a tristeza pois em sua grande maioria para que exista a alegria é necessário que tenha existido a tristeza ou então qualquer outro sentimento que se encarregue de logo após surgir a alegria.   Alegria hoje sentimento que não ha como definir, por que alegria envolve tudo e não tem faixa etária ou sexo para senti La pode ser criança, adulto, jovem adolescente... Cada um sente e tem alegria de acordo com o que é proporcionado no momento e na situação em que esta envolvido.                                                                                        

            A alegria hoje em dia segundo a coleção emoções da editora mente e cérebro é utilizada até mesmo na área da saúde, uma vez foi criado em 1991 no Brasil um projeto chamado Doutores da Alegria que tem como objetivo único e sem nenhum fim lucrativo levar a alegria as crianças, pais, profissionais da Saúde através da arte do palhaço, esse projeto ajuda o paciente na recuperação de traumas, e muitos outros problemas que envolve sua estadia no hospital”.  Para finalizar fica uma reflexão de um trecho escrito por uma grande autora da língua portuguesa.



A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.




Referencia Bibliográfica:
Emoções Alegria – Daniel Kupermann e Ramon Souza – São Paulo – Dueto, 2010.

Aluna: Silmara Oliveira de Sousa

TRISTEZA

Grupo: Ana Glaucia
Danielle Vieira
Edmundo
Paula Carolina
Sonia
 
  


TRISTEZA – uma emoção diferente

É comum que as pessoas utilizem expressões como: “... fui levado pela emoção...”ou “...no calor da emoção e fiz...”, ou ainda muitas outras que nos levam a pressupor que as emoções nos impulsionam, nos impelem ao movimento, à ação. E é assim mesmo, são as emoções que nos estimulam a agir. Buscamos proteção, quando sentimos medo, agredimos, quando sentimos raiva, sorrimos e somos benevolentes quando estamos alegres. Esses são exemplos de como a emoção presente no momento molda o nosso comportamento e conduz a nossa ação e o nosso movimento.

É certo que a tristeza é também uma emoção e, como tal, quando está presente no sentimento de uma pessoa, também molda o seu comportamento, mas, de um forma diferente do modo como as outras emoções o fazem. A tristeza é uma emoção diferente, ou melhor, é uma emoção que provoca nas pessoas um efeito diferente das outras emoções. Ela suprime o movimento, enquanto as outras o impulsionam, ela instala-se sorrateiramente na alma do indivíduo e passa a existir, antes mesmo que ele se perceba triste, enquanto que as outras emoções precisam primeiro ser percebidas pelo sujeito para existirem de fato. Também ela se origina da “não existência” de algo, ou seja, de uma perda ou da ausência de algo que é importante para a pessoa, mesmo que não tenha consciência dessa importância.

No livro Tristeza, de Eduardo A. F. Leite, um dos volumes da Coleção Emoções, o autor discute a distinção entre afeto e emoção. Afeto seria uma carga energética mental que incide diretamente na consciência e que “pode ou não evoluir para uma emoção e daí para uma ação específica ou inespecífica sobre o mundo ou os outros” (p. 17). Essa evolução, normalmente, depende de como esse afeto é processado ou racionalizado pela pessoa, mas no caso da tristeza, ele sempre evolui para uma emoção real, independente da auto percepção do sujeito. Fica subentendido, portanto, que a tristeza é uma emoção que realiza um afeto. Afeto, por sua vez, é algo que, segundo Freud, nunca pode ter seu acesso barrado à consciência, ao contrário das ideias, como a representação do próprio afeto, que costuma ser filtrada pelo superego. Dessa forma, a tristeza é uma emoção primária, negativa, porque se origina na ausência e não na presença de algo, e tem um efeito de inibição do impulso de ação. O autor descreve também um outro tipo de tristeza, que caracteriza a depressão que é uma psicopatologia que se caracteriza pela presença de um tipo de tristeza que não tem causa aparente, que não tem uma perda associada e, geralmente, apresenta uma intensidade e prolongamento maior. Neste caso, a tristeza não é saudável, pode e precisa ser tratada.

Por outro lado, a tristeza quando não associada à depressão, quer seja no estágio de afeto, quer tenha evoluído para uma emoção, é algo que, de fato, existe naturalmente no ser humano, que não pode ser dissociada da vida dos homens. Qualquer perda ou separação dói, se não doer, não foi perda. E dor, dói de qualquer forma, mesmo que a pessoa consiga sublimá-la, esta existe, e dói. Não se pode negar. Já o sofrimento decorrente dessa dor, num estado mais prolongado ou permanente, este pode ou não existir e só existirá se for cultivado. Assim, ficar triste como consequência da perda de um ente querido é natural e saudável, ao contrário de ter o estado de tristeza em modo constante. A pessoa que perde tem o direito de ficar triste, e é saudável para ela que possa expressar  essa tristeza e compartilhar o sentimento decorrente até “digerí-lo” adequadamente. Negar, esconder ou disfarçar, fazendo-se de feliz ou fingindo um entusiasmo inexistente não ajuda em nada, não é saudável.

Na sociedade em que vivemos, entretanto, onde elevar e estimular o consumo é mais importante que produzir, leva a uma distorção dessas ideias. No nosso meio, ser constantemente feliz, alegre, contente e entusiasmado passou a ser uma obrigação das pessoas e, com isso, não há espaço para se expressar emoções como a tristeza, nem compreensão desse sentimento quando presente no outro, embora todos estejam a ele sujeitos da mesma forma, em diferentes momentos. O subentendido da sociedade atual é que ficar triste é ir contra a o meio em que se vive, tendo como pano de fundo o pressuposto de que a felicidade como estado permanente e contínuo seja verdadeiramente viável.

BIBLIOGRAFIA
LEITE, E. A. F., Tristeza, São Paulo: Duetto Editorial, 2010 (Coleção Emoções)

ALUNA: Ana Gláucia Vasconcelos Ferreira


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DA TRISTEZA À DEPRESSÃO

Sempre que se experimenta uma perda ou separação de algo ou de alguém que tenha um significado importante, brota a tristeza como emoção decorrente. Às vezes a pessoa nem se dá conta do que está sentindo, mas o sentimento está lá. Tem uma causa que, se investigada por meio de uma autorreflexão, pode ser encontrada pelo sujeito. Neste caso, portanto, a pessoa tem um motivo para estar triste e pode processar essa perda ou separação de modo a superar essa situação e processar positivamente esse sentimento, em maior ou menor tempo, de uma forma ou de outra, de modo natural e saudável. A tristeza como emoção natural, inerente ao ser humano que tem sensibilidade, tem como pressuposto que alguma coisa motivou e desencadeou um sentimento que não é permanente.

Há casos, entretanto, em que o sentimento de tristeza surge como um estado contínuo em que o sujeito percebe a emoção, tem os sintomas decorrentes, como a diminuição de seus impulsos para agir ou reagir, fica paralisado e não consegue reverter este estado e nem encontrar qualquer motivo para que a tristeza se tenha instalado em sua alma. Não houve nenhuma perda, nenhuma separação, nenhum evento que possa ter ocasionado o estado de tristeza, mas ela está presente e permanece, sem explicação.

Isto pode ser o início de um nefasto processo de depressão que, segundo o autor do livro Tristeza, um dos volumes da Coleção Emoções, Eduardo A. F. Leite, é “uma doença distinta da tristeza, de caráter reativo ou de uma disposição temperamental”. É a tristeza sem uma perda que possa ser identificada como causa, que não leva a pessoa a poder enxergar melhor suas próprias questões nem encontrar suas consequências.

A depressão é uma patologia psíquica, que necessita de tratamento. Um dos sinais mais importantes de que o sujeito está deprimido é a anedonia, que se caracteriza pela diminuição ou perda da capacidade de experimentar o prazer, como estado constante, sem variações significativas.

Então o que fica subentendido é que existe uma tristeza “do bem” e outra “do mal”? Não é bem assim. O que existe é a emoção natural, comum, à qual o ser humano é exposto algumas vezes em sua vida, e a patológica, que não encontra saída porque não encontra causa. Para o diagnóstico psiquiátrico da depressão, há critérios para distinguir um tipo de tristeza do outro. Na depressão, um deles é a ausência de uma perda, outro é o tempo pelo qual se prolongam os sintomas, outro ainda, é a intensidade, e, juntos, fica subentendido que pode haver um mau funcionamento orgânico, um desarranjo neuroquímico, que pode ser tratado, de modo a minimizar ou eliminar os sintomas, melhorar a qualidade de vida da pessoa o que pressupõe uma transformação da sua vida e da vida das pessoas com quem convive.

Há outras formas de entendimento sobre a depressão, diferentes do modo como a psiquiatria trata. A psicanálise, por exemplo, concorda que a tristeza é a última sentinela e o último afeto do depressivo, mas entende que é consequência de uma forma de ser do sujeito, em que se coloca como vítima voluntária de uma sequência de desistências, em que o pressuposto é que este sujeito desistiu de qualquer relação desejante com o outro, seja o outro uma pessoa, um objeto ou um projeto de vida. Ele se torna uma pessoa que repete desistências em sua vida.

BIBLIOGRAFIA
LEITE, E. A. F., Tristeza, São Paulo: Duetto Editorial, 2010 (Coleção Emoções)


ALUNO: Edmundo T. C. Ferreira  

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Recado da Tristeza

A tristeza é um sentimento recorrente em nossas vidas, durante nosso dia-a-dia podemos nos deparar com situações que nos tragam a sensação de felicidade e algumas horas depois estarmos tristes por algum fato que ocorreu no trabalho, discussão com o parceiro ou familiar, muitos são os fatores que podem nos causar esta sensação, no entanto, esta emoção faz parte do nosso desenvolvimento e nos traz alguns benefícios. 
A tristeza nos leva a um estado de introspecção e percepção de nos mesmos, tal percepção provoca a reflexão sobre os pontos que nos causam frustrações; refletimos sobre os fatos que nos trouxeram este sentimento, a partir de então nos tornamos aptos a traçar soluções que iram contornar nossas dificuldades e possibilitaram deixar de ter esta sensação e retomar a busca por nossas realizações, a busca pela felicidade, o estar triste proporciona evolução em nossas vidas.
O contrário também pode ocorrer, ao invés da tristeza ser uma plataforma propulsora para os melhores momentos que virão, pode surgir a depressão, estado de tristeza profunda que inclusive impede a realização das atividades corriqueiras, neste estágio, a tristeza perde seu status de natural e passa a ser patológico sendo necessário tratamento e acompanhamento. Porém o que observamos frequentemente é uma confusão dos sintomas, a tristeza em frente a uma frustração pode não ser interpretada como algo inerente ao ser humano e necessário ao amadurecimento, mas como uma doença carente de medicação
No entanto, a história nos mostra que a tristeza também proporcionou algumas contribuições para a música e para arte, a nona sinfonia de Beethoven, por exemplo, foi composta em momentos de melancolia bem como muitas música de blues e samba. Na literatura, o poeta português Fernando Pessoa escreveu a maioria de seus textos quando se sentia ensimesmado.
O que é posto de forma implícita, é que ficar triste é ruim. Durante a adolescência, por exemplo, muitos de nós ouvimos da mãe: “Pare de ficar com esta cara amarrada, tem tanta gente com motivo para sofrer e você assim por nada”, esta afirmação é capaz de causar até mesmo remorso em que esta triste, buscar a felicidade e estar feliz o tempo todo é quase como uma obrigação, o fato é que todos nós somos dotados com a capacidade de sentir tristeza em algum momento, justamente porque a tristeza nos dá o alerta de que algo não está como deveria, algo deve ser mudado urgentemente, nos proporciona a introspecção e nos retira a possibilidade de agir através da compulsividade, desta forma ficamos aptos a analisar os fatos, identificar o que pode ser melhorado e excluir da rotina o que já não traz bons resultados.
BIBLIOGRAFIA
LEITE, E. A. F., Tristeza, São Paulo: Duetto Editorial, 2010 (Coleção Emoções)
BIBLIOGRAFIA ON LINE
Aluno: Daniele Vieira Machado
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